Cabanha Árabe - Ovinos da Amazônia

CRIAÇÃO DE OVINOS TEXEL NA AMAZÔNIA.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

LEILÃO OVINORTE

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Raças lanadas podem ser criadas tanto em regiões frias como nas mais quentes



Pontos básicos para iniciar a criação de ovinos
O ovinocultor deve fazer um bom pla­nejamento antes de iniciar a criação. A nutrição é de extrema importância, po­­rém muitos produtores, ao ingressarem na atividade, invertem a ­seqüência da realidade técnica, ou seja, primeiro com­pram os animais, e em seguida preo­­cupam-se com a alimentação.
Existem várias raças de ovinos ­criadas no Brasil. As mais difundidas são: Suffolk, Hampshire Down, Texel, Ile de Fran­ce e Dorper (lanadas e ­es­pecíficas pa­ra carne). A Corriedale e Romney Marsh são de dupla aptidão (carne e lã), além das nacionais des­lanadas, co­mo a Santa Inês e a Morada-Nova (carne e couro).
Nos lanados há necessidade de se efe­­tuar a tosquia uma vez por ano (outubro a janeiro). Como a lã é considera­da um excelente isolante térmico, protegendo os ovinos tanto do frio quanto do calor, as raças lanadas podem ser cria­das tanto em regiões frias como nas mais quentes (áridas e semi-áridas).
Para a criação de qualquer raça, de­­ve-se levar em consideração a fertili­dade do solo e o valor nutritivo do pasto, pois as exigências nutricionais das mes­mas variam de acordo com a sua ap­tidão: as específicas para carne são mais exigentes, enquanto que as de du­plo propósito têm média exigência nu­tri­cional.
Dentre as gramíneas mais indi­ca­das para os ovinos destacam-se as se­guin­tes: Estrela branca e/ou roxa, Tif­ton-85, Coast cross, Matogrosso, Arua­na e Tanzânia. Deve-se evitar a Bra­chia­ria decumbens, pois esta pode resultar em fotossensibilização nos animais. Além disso, sempre é importante lem­brar da importância de sombra na pas­tagem, que protege os animais da for­te radiação solar nas horas mais quen­tes do dia, momento que aproveitam para ruminar.
A fertilidade do solo é um ponto im­prescindível que deve ser levado em con­sideração. Antes de implantar uma pas­tagem cultivada (gramínea e/ou le­gu­minosa) deve-se saber qual sua exigência em nutrientes e quanto o solo tem a oferecer (V% - saturação de bases).
Para isso, antes de tudo, uma aná­li­se química do solo deve ser feita. Após essa prática, deve-se então fazer o preparo do solo, calagem, adubação (química e/ou orgânica) e posteriormente a realização do plantio da forrageira.
O ideal é usar a técnica de pastejo ro­tacionado (divisão do pasto em piquetes), pois este promove a diminuição da verminose dos ovinos, uma vez que aproximadamente 80 a 90% dos ver­mes estão no pasto e somente 10 a 20% nos animais. Além disso, o pastejo rota­cionado respeita o hábito de cresci­mento das gramíneas, deixando um pe­ríodo sem animais na área (período de des­canso), conseqüentemente aumentando a produtividade da mesma e permitindo maior lotação animal.
Para controle da verminose, ­deve-se coletar as fezes de 5 a 10% de cada ca­tegoria animal (carneiros, ovelhas, bor­regos e cordeiros) a cada 28 dias, que deverão ser encaminhada para contagem de ovos por grama de fezes (exa­me de OPG), proporcionando assim um melhor monitoramento da endo­pa­rasitose. Além disso, um profissional da área deverá instruir qual princípio ati­vo deverá ser usado, pois este deve ser alterado nas vermifugações para evi­tar ao máximo os casos de resistência dos vermes aos anti-helmínticos.
As cercas para os ovinos devem possuir aproximadamente 1,2 a 1,4 m de altura, podendo ser de tela, arame li­so (paraguaia) ou até mesmo ­elétrica. Lembrando que a melhor cerca é um bom pasto, para evitar que os animais ul­trapassem a cerca; entretanto, quando se pretende fazer a integração de ovi­nos com bovinos, a cerca deve ser a mesma para bovinos, acrescentando mais dois fios na parte inferior.
Os ovinos são bastante dóceis, co­mu­mente sendo manejados por mulheres. No período noturno a maioria dos cria­dores recolhem os animais em ­local protegido para evitar ataque de predadores (cães bandoleiros, lobos, etc.) Existem, porém, raças de cães ove­lhei­ros, que auxiliam no manejo com os ovi­nos.
O casqueamento deve ser realizado quando necessário, geralmente du­as vezes ao ano. A vacina mais recomendada é a contra as Clostridioses (car­búnculo e tétano), porém dependendo do local da criação pode haver a necessidade de outras vacinas. Para maiores informações, o criador deve pro­curar orientação técnica na casa da agri­cultura do município, além da con­sul­toria veterinária. Lembrando do velho e conhecido ditado: “é melhor prevenir do que remediar”.
O rebanho médio nacional é de 40 ove­lhas por criador, mas nos últimos anos tem se aumentado o número de cria­dores ingressando na atividade, in­clu­sive com rebanhos mais numerosos. Atual­mente já é comum encontrarmos cria­tórios com mais de 1000 ovelhas.
O número de reprodutores necessário deve basear-se na média de um para cada 40 ovelhas. A idade média do desmame dos cordeiros é de 60 a 80 dias, dependendo da raça e ­sistema de produção.
Para se ter sucesso na criação, é im­portante ter sempre um bom manejo nu­tricional, reprodutivo e profilático, além de uma boa genética, para iniciar e permanecer na atividade ovinícola.
REVISTA O BERRO - Edição 99 - Março / 2007

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

OVINOS TEXEL - FABRICA DE CARNE


Fertilidade e Prolificidade
O rebanho Texel apresenta elevados índices de fertilidade, acima de 95% de prenhez. Em condições normais de alimentação, a ovelha Texel é prolífera atingindo de 30 a 60% de gestação gemelar dupla e até tripla. Nas regiões onde não ocorre variação do fotoperíodo, como no Brasil Central e Nordeste, a ovelha Texel chega a produzir duas crias por ano.
Rusticidade
A ovelha Texel é rústica, apresentando altos índices de produtividade, adaptando-se muito bem tanto em áreas baixas e úmidas, como em regiões altas e pedregosas. A campo, cria com facilidade seu(s) cordeiro(s).
Habilidade Materna
A ovelha Texel é uma excelente mãe, boa produtora de leite, o que possibilita um ganho de peso diário dos cordeiros de 250g (nascidos de parto duplo) e 350g (nascidos de parto simples), durante o período de aleitamento.
Lã
O ovino Texel produz lã de excelente qualidade, boa finura, com fibra forte e de grande aceitação pelo mercado produtor de fios. As fêmeas produzem, em média, 3 kg e os machos 5 kg de lã. A finura da lã varia da qualidade cruza II a III, o que equivale a diâmetros compreendidos entre 27 e 30 micras. O comprimento da mecha é em torno de 15 cm.
Precocidade
A raça Texel se destaca pela rapidez no ganho de peso dos cordeiros que ficam prontos para o abate ao atingir de 35-40Kg, entre os 4-5 meses de idade. A borrega Texel ao atingir de 40-50Kg, entre os 6-8 meses de idade, quando bem alimentada, apresenta seu primeiro cio estando apta a conceber, sem que isso altere seu desenvolvimento corporal.
Qualidade de Carcaça
O carneiro Texel, já no primeiro cruzamento, imprime suas características raciais, produzindo um cordeiro com ótima qualidade de carcaça.
Em média, entre os 4-5 meses de idade, em regime de campo, os cordeiros Texel apresentam carcaças pesadas, bem conformadas, com pouca quantidade de gordura e farta massa muscular, proporcionando alto rendimento.
http://picasaweb.google.com.br/CABANHAARABE/CabanhaRabe02

Carne de cordeiro precoce



A atividade

Situada na serra de São Luiz do Purunã , no distrito do mesmo nome, a Cabanha Capão da Índia (localizada a 50 Km. de Curitiba) dedica-se à criação de ovinos de alta linhagem, produção de carne ovina e criação de cavalos crioulos.

Os reprodutores e fêmeas de alta linhagem são mantidos em local próprio: a cabanha. Iniciou-se um ciclo reprodutivo buscando melhoria genética que, paralelamente, também será transferido para o setor de produção de carne.

Na área de produção, as matrizes são mantidas a campo, em pastagens selecionadas, com alimentação controlada. No momento do parto, são recolhidas para o aprisco, isoladas de predadores naturais e tratadas em regime de semi-confinamento, pastejando durante período controlado do dia, e suplementadas com ração. É o trabalho profissional realizado que garante a qualidade do nosso produto.

Rendimento

O sistema adotado no Capão da Índia permite o abate de cordeiros com a idade entre 12 e 16 semanas e peso vivo de até 40 Kg., resultando em carcaças com peso entre 12 Kg. e 16 Kg. e, portanto, com um rendimento médio de 45% em cada carcaça, além de baixo nível de gordura. Esses dados demonstram a alta eficiência do trabalho desenvolvido. A eficiência, obviamente, decorre do abate precoce, constando-se que os animais produzem 3,3 g de proteína/MJ de energia metabolizável (EM), quando comparados com a produção de ovos, carne de suíno e leite, que apresentam, respectivamente, eficiências de 3,2, 2,6 e 2,8 g de proteína/MJ de EM.

Sistema reprodutivo

A reprodução é feita pelo sistema de monta controlada. Separando-se as matrizes em lotes, faz-se o acompanhamento das coberturas. Utiliza-se um cronograma de encarneiramento, de modo que as matrizes não fertilizadas passam para o lote seguinte. Nessa ocasião, recebem alimentação especial, constituída de massa verde de boa qualidade e ração concentrada, de modo a melhorar o desempenho reprodutivo ("flushing"). Após o parto, o rebanho é isolado na maternidade por oito dias, e depois levados para o aprisco; apartir deste momento, somente as mães têm acesso aos pastos do campo, permanecendo os cordeiros no aprisco com suplementação alimentar ("creep-feeding"), constituída de ração de alta concentração energética e protéica. Os cordeiros são desmamados aos 60 dias, permanecendo em sistema de confinamento total até os 75 dias, quando são selecionados para abate e as fêmeas separadas para, mediante o devido acompanhamento, ingressar em período reprodutivo após oito meses.

Controle pré e pós-abate

O controle pré e pós abate são muito importantes, pois interferem na qualidade da carne. Antes de se remeter os cordeiros para abate, são tratados em sistema de confinamento total, onde o controle do sabor da carne é levado em conta. Os animais selecionados, finalmente, são encaminhados ao abatedouro (estabelecimento autorizado e com certificação sanitária), permanecendo em descanso por três dias, a fim de livrar o "stress" do transporte, descarregados com cuidado, descansados e mantidos em dieta híbrida, o que permite baixar o Ph da carne, e, no processo de transformação de massa muscular em carne, garantir a evolução do ciclo post-mortem , em que a degradação das proteinas musculares vão interferir na maciez.

Gordura

A idade, fatores genéticos, raça e controle pré-parto e pré-abate interferem de forma decisiva na qualidade e na quantidade de gordura da carne ovina, ou seja, animais mais velhos tendem a ter maior quantidade de gordura. A gordura intramuscular e a gordura de cobertura são fatores que interferem na suculência e maciez da carne, atuando de forma direta e indireta. De forma direta, é associada à umidade produzida nos primeiros momentos da mastigação e aos efeitos lubrificantes da gordura na fibra muscular.

Desta forma, ao produzirmos e abatermos cordeiros precoces, originados de raças de carne, temos a certeza da melhor qualidade de nossa carne, com sabor e pouco teor de gordura. Veja, a respeito, o link "composição da carne de cordeiro precoce".

A Raça Texel

Para desenvolver o projeto, optamos pela criação da raça Texel, ante a sua precocidade, produção de carne e sabor.

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Darci assina convênio e beneficia 100 pequenos produtores






Mais uma alternativa econômica para o pequeno produtor. Esse é o objetivo do termo de cooperação assinado sexta-feira (05), pelo prefeito de Parauapebas, Darci Lermen e que irá beneficiar cerca de 100 pequenos produtores com o Projeto de Ovinocaprinocultura. Com o termo, assinado durante a FAP, a Prefeitura irá destinar 250 mil reais de investimento para a criação de ovinos e caprinos no município.

De acordo com o prefeito Darci Lermen, o Projeto de Ovinocaprinocultura faz parte do Programa de Incentivo à Agricultura Familiar. “Precisamos ter uma alternativa econômica além da mineração. O apoio ao pequeno agricultor e não somente o grande pecuarista é uma forma de desenvolvimento sustentável e esse tem sido o nosso objetivo e é por conta disso que a FAP 2007 é um sucesso, pois beneficiou o grande e o pequeno produtor rural”, ressalta o prefeito.

Além da Prefeitura de Parauapebas, o termo de cooperação também foi assinado pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e a Cooperativa Mista dos Pequenos Produtores de Carajás-Cooper.

Técnicos da Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror), alunos e professores da Ufra serão responsáveis pela assessoria técnica com realização de cursos para o manejo dos animais. A idéia é utilizar processos sistemáticos de acompanhamento e gestão de plantel, ou seja, o controle dos animais reservados para a reprodução do criador.

Já a cooperativa, será o agente de captação de recursos repassados pela Prefeitura, que além do apoio financeiro fará também a avaliação socioeconômica dos pequenos produtores que devem ser beneficiados com o projeto.

O Projeto de Ovinocaprinocultura deve diversificar a produção da pequena propriedade, introduzindo nela, produtores de matrizes e reprodutores de ovino e caprino de boa qualidade. Ainda de acordo com informações da Sempror, o projeto deve despertar, ampliar e fortalecer a agricultura familiar transformando a sociedade agrícola de Parauapebas.

Pronaf B – A assinatura da linha de crédito do Pronaf B também fez parte da programação da FAP2007. De acordo com dados do Banco do Brasil do município, 24 milhões de reais foram destinados à Agricultura Familiar somente durante a FAP.

Durante a cerimônia, cerca de 50 pessoas assinaram simbolicamente a linha de crédito do Governo Federal. Sergiana Diniz Nunes, agricultora do assentamento Palmares I, foi uma das pessoas que teve crédito aprovado.

A agricultora que na propriedade rural produz arroz, feijão e farinha revela ser a primeira vez que recebe o benefício. “O Pronaf é um incentivo muito bom porque através dele, a gente pode plantar mais e produzir mais e tudo isso graças a Prefeitura de Parauapebas que facilitou o meu acesso ao crédito”, comemora Sergiana Nunes.

Antonio Ferreira Lima também da Palmares I, diz que a propriedade rural dele receberá mais este incentivo. “Essa é a segunda vez que recebo o crédito do Pronaf, com o dinheiro vou plantar milho na minha lavoura”, informa o produtor.

Para o prefeito Darci Lermen, sem sombra de dúvida, a terceira edição da FAP foi a melhor feira agropecuária já realizada no município.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Fazenda Líbano

SOJA
Cultivo em Paracuru é alternativa para ração

A outra iniciativa é desenvolvida na Fazenda Líbano, município de Paracuru, a 100km de Fortaleza. O cultivo, em apenas em dois hectares, começou há dois meses. Para surpresa até do empresário e dono da propriedade, José Antônio Bitar, começou a germinar. Dentro de 30 dias, já poderá ser colhido. Bitar , confesso apaixonado pela agropecuária, atua nos segmentos de seguros, financeiro e construção civil. Comprou a fazenda há dois anos e é lá que investe na ovinocultura e desenvolve projetos na área de melhoramento genético, novas tecnologias de produção e, agora, aposta na soja como alternativa para baratear a ração de seu rebanho. Com o sucesso da experiência, Bitar pretende ampliar a área de plantio da leguminosa. “Meu objetivo é usar a soja não como um concentrado que apresenta um elevado valor protéico, mas sim, como forragem, como volumoso em forma de silagem. É um grande negócio”, conta ele.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Mercado Halal

Mercado Halal

O mercado de produtos certificados Halal é imenso. Ele inclui 1,3 bilhões de muçulmanos no mundo, em 112 países e muitos outros não-muçulmanos que escolheram se alimentarem de produtos certificados com esta qualidade.
O mercado de produtos certificados Halal é imenso. Ele inclue 1,3 bilhões de muçulmanos no mundo, em 112 países e muitos outros não-muçulmanos que escolheram se alimentarem de produtos certificados com esta qualidade.

Existem 9 milhões de muçulmanos aproximadamente vivendo na América do Norte, 20 milhões na Europa, 300 milhões na África, 200 milhões no Oriente Médio, 800 milhões na Ásia e 3 milhões na América Latina.

O mercado global de produtos Halal tem valor estimado de 2,1 trilhões de dólares. Os produtos em potencial para este mercado incluem alimentos, farmacêuticos, cosméticos, produtos em couro, assim como, serviços. É esperado que o consumo de produtos cresça consideravelmente com o crescimento da população islâmica no mundo. Atualmente, o maior consumidor de produtos Halal é o sudeste e oeste da Ásia.

Tradicionalmente, a maioria dos produtos Halal é de alimentos. Os consumidores usualmente o associam com inspeções de componentes e ingredientes de alimentos, forma de estocagem e observação restrita das normas de higiene e procedimentos sanitários do produtor.

Apenas na área de alimentos Halal existe um mercado estimado em 150 bilhões de dólares. A demanda por este tipo de alimento está aumentando entre os muçulmanos devido à natureza compulsória de consumir apenas este tipo de alimento. A procura pela Certificação Halal, que atesta a segurança e qualidade do processo de produção, também tem aumentado consideravelmente.

O que é um Alimento Halal?

A palavra Halal no idioma árabe significa lícito, permissível. São os produtos julgados consumíveis pelos muçulmanos e pela jurisprudência islâmica.

O termo significa alimento produzido sob a supervisão da Lei Islâmica Shariah e que segue as seguintes condições:

O alimento e seus ingredientes não devem conter partes ou produtos de animais ilícitos ao consumo do muçulmano, como descrito pela Lei Islâmica, ou produtos de animais que não foram mortos de acordo com ela;

Os alimentos não devem conter nada considerado impuro (Najs) de acordo com a Lei Islâmica;

O alimento não podem ter sidos preparados, processados ou manufaturados usando equipamentos sujos de impurezas (Najs), de acordo com a Lei Islâmica;

De acordo com a Lei Islâmica, impurezas (Najs) significam:

Coisas não permitidas, tais como: Porcos e seus derivados, sangue e carniça;

Alimentos que contém substâncias consideradas ilícitas;

Alimentos que tiveram contato direto com substâncias ilícitas;

Quaisquer substâncias expelidas do corpo dos animais ou seres humanos, tais como: Urina, fezes, sangue, vômito, pus, esperma e etc.

Carniça ou qualquer animal que não tenha sido morto de acordo com a Lei Islâmica.

Como é feito o Abate Halal?

De acordo com a Lei Islâmica o abate deve ser feito cortando a traquéia, esôfago, artérias carótidas e jugular.

O abate Halal deve ser separado do material Não-Halal seguindo os requerimentos abaixo:

O abate só pode ser feito por uma pessoal mentalmente sadia, preferencialmente muçulmano, que entenda completamente das regras fundamentais e condições relacionadas com o abate de animais no Islam;

O objetivo do abate é para Allah e não pode ser devotado a outros deuses;

O animal que será abatido deve estar vivo;

O animal deve estar sadio e isso deve ser atestado pela autoridade de saúde;

A frase: Em nome de Deus, Deus é maior! (Bismillah Allahu Akbar) deve ser pronunciada antes do abate;

As linhas de abate, ferramentas e utensílios devem ser dedicados para o abate Halal tão somente;

O abate deve ser feito de uma única vez (num único corte);

Um inspetor muçulmano deve ser apontado para ser responsável pela vistoria nos animais e na forma de abate;

Direcionamento para a Quiblah (direção da cidade sagrada de Makka).